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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Valor Educacional dos Jogos

Segundo Friedmann (1996), Kishimoto (1997) e Volpato (1999), apesar do “conteúdo social da brincadeira” ter se alterado no decorrer do tempo, a essência da brincadeira dificilmente se modificará, mantendo as mesmas características lúdicas presentes nos mais variados tipos de brincadeiras existentes.      
HAIDT (2000), afirma que o jogo é uma atividade física ou mental organizada por um sistema de regras. É uma atividade lúdica, pelo fato de se jogar pelo prazer de realizar esse tipo de atividade, de buscar satisfação própria. O autor considera que quando estamos envolvidos num jogo nos desligamos do mundo, nos preocupando momentaneamente, exclusivamente com o prazer proporcionado por este. 
Desde muito cedo, o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, manuseia e explora tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos e mentais e sem se sentir coagido pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante. E o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se portanto em jogo.
É indispensável que os educadores físicos revejam suas práticas pedagógicas no sentido da utilização de jogos e brincadeiras como ferramentas pedagógicas, sugerindo com educadores de outros eixos disciplinares as possibilidades de estarem realizando a ligação de seus conteúdos com a prática de jogos e brincadeiras. Devemos levar em conta esta possibilidade, considerando que no jogo educativo e na brincadeira, por serem praticados de forma lúdica e espontânea, os alunos buscam a alegria e o prazer e não há momento mais propício do que se desenvolver o aprendizado enquanto se brinca. 

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