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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Relato da experiência do grupo na construção do blog


    A partir da construção do blog, podemos observar que foi e é uma ferramenta de grande importância na apresentação de nossa proposta educacional. Foi uma experiência favorável e instimulante para nós Educadores Físicos. Para nós, membros da equipe, estudar, brincar e aprender, garantiu um aprimoramento dos conhecimentos de nossa  area educacional e possibilitou o engajamento do assunto em rede, fazendo com que nos interagissemos com outros blogs e mostrassemos os diversos conteúdos abordando as práticas de recreação escolar.
    Contudo foi possível concluir que nosso blog foi importante para nossa formação e reconhecimento dos meios modernos de comunicação e explanação de conhecimentos , principalmente uma maneira de incluir a Educação Física no mundo atual através da Internet.

Brincar é aprender



Após uma série de teorias sobre o desenvolvimento da inteligência infantil, ressurgem autores defendendo que o melhor a fazer para estimular o raciocínio da criança é deixá-la brincar.
Entre roupinhas, fraldas, carrinho, banheira e o berço, os pais hoje têm acrescentado à lista do enxoval dos filhos alguns itens especiais. São CDs, DVDs e brinquedos educativos voltados especificamente para a estimulação do cérebro do bebê. Só ressaltando que ainda não surgiram evidências científicas suficientes de que toda a parafernália à venda com o propósito de incrementar e acelerar o desempenho infantil de fato cumpram esse objetivo.
No livro Einstein teve tempo para brincar, Como nossos filhos realmente aprendem e por que eles precisam brincar (Editora Guarda-Chuva, 2006), lançado em 2003 nos EUA e recentemente editado no Brasil, autoras que além do foco profissional na infância também são mães, investigam melhor o assunto, dividindo suas próprias angústias e incertezas com o leitor.
A idéia principal não é necessariamente inédita. David Elkind, da Universidade de Tufts (EUA), foi um dos que abordaram o assunto. Escreveu, em meados dos anos 1980, Sem tempo para ser criança: a infância estressada (Artmed, 2003). Elkind questiona uma prematura e desastrosa "adultificação" das crianças. As ideias defendidas por ele foram usadas como referência e serviram de inspiração para autores, que aprofundaram as pesquisas sobre o assunto.
Brincar é importante para a criança porque constitui uma linguagem, com a mesma relevância que a língua falada tem para nós, adultos. É, além disso, também por meio da brincadeira que a criança pode desenvolver suas habilidades físicas e exercitar a coordenação motora. É também um dos modos como ela pode elaborar seus conflitos emocionais. É comum ver uma criança repetir com seus brinquedos cenas que vê em casa e comportamentos dos adultos. Isso poderia constituir sua forma de elaborar e assimilar emoções.
As influências vêm do meio e não apenas dos pais. Na atualidade Robert Brooks, Ph.D., da Harvard Medical School, autor de Criando e Educando Filhos (M. Books, 2005) é um dos autores que sustentam que as qualidades inatas da criança, seu modo de se relacionar com outras pessoas e as características do ambiente geral desempenham, além da relação pais-criança, importante papel na modelagem da mentalidade infantil. Portanto, as interações com os amigos, o conhecimento adquirido na escola e as experiências vividas também são decisivas na definição de quem a criança é. Mesmo sabendo da importância dessas outras influências, deve-se ter a preocupação em escolher a programação de TV, o uso da internet e outros acessos à tecnologia em que seus filhos estam sujeitos. Se já o fazem, que haja um controle e não apenas a preocupação. Até porque já se sabe que as imagens têm grande influência na mente infantil.

Fonte: Brincar é aprender

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A Educação Física e o Desenvolvimento Infantil

A educação física e o desenvolvimento infantil
A aprendizagem e o desenvolvimento estão inter-relacionados desde que a criança passa a ter contato com o mundo. Na interação com o meio social e físico a criança passa a se desenvolver de forma mais abrangente e eficiente. Isso significa que a partir do envolvimento com seu meio social são desencadeados diversos processos internos de desenvolvimento que permitirão um novo patamar de desenvolvimento.
A criança, por meio da observação, imitação e experimentação das instruções recebidas de pessoas mais experientes, vivencia diversas experiências físicas e culturais, construindo, dessa forma, um conhecimento a respeito do mundo que a cerca. 


Para que esses conceitos sejam desenvolvidos e incutidos no aprendiz, o meio ambiente tem que ser desafiador, exigente, para poder sempre estimular o intelecto e a ação motora desta pessoa. No entanto, não basta apenas oferecer estímulos para que a criança se desenvolva normalmente, a eficácia da estimulação depende também do contexto afetivo em que esse estímulo se insere, essa ação está diretamente ligada ao relacionamento entre o estimulador e a criança. Portanto, o papel da escola no âmbito educacional deve ser o de sistematizar esses estímulos, envolvendo-os em um clima afetivo que serve para transmitir valores, atitudes e conhecimentos que visam o desenvolvimento integral do ser humano.

O Papel da Educação Física no Desenvolvimento Humano

O principal instrumento da educação física é o movimento, por ser o denominador comum de diversos campos sensoriais. O desenvolvimento do ser humano se dá a partir da integração entre a motricidade, a emoção e o pensamento. No caso específico da educação física, o profissional dessa área possui ferramentas valiosas para provocar estímulos que levem a esse desenvolvimento de forma bastante prazerosa: a brincadeira, o jogo e o esporte. A partir da brincadeira e do jogo, a criança utiliza a imaginação que “é um modo de funcionamento psicológico especificamente humano, que não está presente nos animais nem na criança muito pequena” (Rego, 1995, p.81).Leia mais... 


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Valor Educacional dos Jogos

Segundo Friedmann (1996), Kishimoto (1997) e Volpato (1999), apesar do “conteúdo social da brincadeira” ter se alterado no decorrer do tempo, a essência da brincadeira dificilmente se modificará, mantendo as mesmas características lúdicas presentes nos mais variados tipos de brincadeiras existentes.      
HAIDT (2000), afirma que o jogo é uma atividade física ou mental organizada por um sistema de regras. É uma atividade lúdica, pelo fato de se jogar pelo prazer de realizar esse tipo de atividade, de buscar satisfação própria. O autor considera que quando estamos envolvidos num jogo nos desligamos do mundo, nos preocupando momentaneamente, exclusivamente com o prazer proporcionado por este. 
Desde muito cedo, o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, manuseia e explora tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos e mentais e sem se sentir coagido pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante. E o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se portanto em jogo.
É indispensável que os educadores físicos revejam suas práticas pedagógicas no sentido da utilização de jogos e brincadeiras como ferramentas pedagógicas, sugerindo com educadores de outros eixos disciplinares as possibilidades de estarem realizando a ligação de seus conteúdos com a prática de jogos e brincadeiras. Devemos levar em conta esta possibilidade, considerando que no jogo educativo e na brincadeira, por serem praticados de forma lúdica e espontânea, os alunos buscam a alegria e o prazer e não há momento mais propício do que se desenvolver o aprendizado enquanto se brinca.